Dia dos Pais, celebrado no próximo domingo, é uma data em que pais e filhos se encontram para comemorar. Quando a distância impede esse encontro, as homenagens são enviadas, e a presença se faz sentir pelo afeto e pela lembrança.
Entretanto, o Dia dos Pais também é uma data delicada em muitas situações. E não estou me referindo a quem não tem mais seu pai ou quando a relação entre pai e filho está conflituosa. Mas porque muitos filhos não conhecem o pai ou não foram reconhecidos por ele. Ao longo de décadas de atuação nas escolas, percebi essa realidade se repetir ano após ano.
As estatísticas indicam que entre 5% e 7% das crianças têm apenas o nome da mãe na certidão de nascimento.
Embora, muitas vezes, a figura paterna seja substituída ou esse papel seja desempenhado pelos avós, pelo padrasto ou por outro membro da família, permanecia a angústia daquele menino ou menina que sentia a ausência do pai.
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